Ao contrário do que se pensa, não é preciso ter “bom sentido de orientação” para praticar. A orientação baseia-se na leitura de um mapa e, tal como aprendemos a ler um livro, também se aprende a ler um mapa. Além do mapa com o percurso marcado, há alguns elementos importantes a conhecer.
O mapa

O mapa é uma representação detalhada do terreno — relevo, vegetação, elementos rochosos, floresta, caminhos e construções. Como tem de ser entendido por qualquer atleta, segue normas internacionais. É nele que é colocado o percurso e a informação sobre os pontos de controlo.
Sistema de controlo
Existem essencialmente duas formas de controlar a prova: o sistema de perfuração (picotador e cartão de controlo), mais barato mas menos rigoroso; e o sistema eletrónico (SportIdent ou Emit), que regista tudo informaticamente com rigor. Em Portugal o mais usado é o SportIdent.


Pontos de controlo
Cada ponto de controlo é constituído por uma baliza, uma estação eletrónica (box), o número do controlo e um picotador de reserva (usado caso o sistema eletrónico falhe).

A bússola
É o único instrumento de navegação autorizado. Indica o Norte magnético e permite orientar o mapa. É um auxiliar de navegação — a leitura do mapa deve estar sempre associada à orientação com bússola.

